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Comércio de Tropeiros/Parateca-Malhada/Bahia-Século 1700

Dando uma lida na Dissertação da aluna Gabriela Amorim Nogueira(2011),cujo título: “VIVER POR SI”, VIVER PELOS SEUS: FAMÍLIAS E COMUNIDADES DE ESCRAVOS E FORROS NO “CERTAM DE SIMA DO SAM FRANCISCO” (1730-1790),o texto abaixo cita as contribuições dos tropeiros para o desenvolvimento econômico e regional de nossa região.Os tropeiros carregados de mercadoria (vaqueiros com suas boiadas) comercializavam diversos produtos.E em nossa região como já foi postado anteriormente,Malhada servia de ponto de ligação para os tropeiros que faziam o percurso entre Minas e Bahia.Trazendo mercadorias da Europa via porto em Salvador para Minas Gerais,eles seguiam a estrada desembarcando no barranco do Rio em Tomé Nunes e seguiam viagem ,rumo a Parateca,Monte Alto,Caetité,até chegar em Salvador.O trecho do texto cita que analisando os inventários e testamento de Bernardo Pereira Pinto,que se encontram atualmente no Cartório de Paratinga/Ba, do ano de 1756,foram encontrados arrolados :"ferramentas,armas,jóias,tecidos de linho,mantos de seda,seda azul,veludo,lençóis,guardanapos,pratos da india,pires da india,bacias,tachos de ferro e cobre....dentre outros,adquiridos em compras nas mãos dos tropeiros."
Bernardo Pereira Pinto,dono da fazenda Parateca,um português abastado que se estabeleceu na região do Médio São Francisco juntamente com sua esposa Maria de Souza e os filhos,possuiam terras na Fazenda Parateca e Rio das Râs e lá desenvolveram a criação de animais com mão de obra escrava.Em 1808 ocorreu a  compra efetivada das fazendas da Parateca e “Rio das Rãns”, vendidas pelo Conde e Condessa da Ponte, através do procurador Joaquim Pereira de Castro, para Antônio Pereira Pinto, provável descendente de Bernardo Pereira Pinto.

Leia a pesquisa completa em:


Post: Josedalva Farias dos Santos




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